quinta-feira, 30 de junho de 2011

Infelizmente

Não conseguimos colocar os vídeos dos nossos programas de TV e Rádio no post. O programa necessário, QuickTime 7, precisa ser comprado. Aí vão os links:

Programa de TV http://cyberfam.pucrs.br:16080/labjormanha_2011_1/LabJor2011_1/TV_Grupo_3.html

Programa de Rádio - Grupo 3
http://cyberfam.pucrs.br:16080/labjormanha_2011_1/LabJor2011_1/Programas_de_Radio.html

Plenitude

Ao abrirmos a porta do estúdio, depois de esperarmos o término do programa do grupo anterior- e conversarmos um pouco com Duda Garbi, nosso convidado -, a inquietação que sentíamos se transformou em silêncio. Silêncio de seriedade. Silêncio que significava "chegou a hora". Nos organizamos, os participantes do primeiro bloco se colocaram em seus lugares - como já foi dito, o Leandro, a Dani, a Ju como âncora e a Lella realizaram a entrevista com o Duda nos primeiros dez minutos.

A entrevista fluiu perfeitamente, e o Duda ajudou muito nesse aspecto. Ele mesmo já havia passado pela mesma experiência, nos anos em que estudou na Famecos, então, fez questão de nos deixar tranquilos. A comunicação entre os que estavam por trás e por frente das câmeras tinha sido combinada previamente - avisaríamos nos cinco, três, dois e um minutos restantes. Desta vez, ao contrário do rádio, o tempo voou.

No segundo bloco, realizamos uma discussão acerca do tema "Entretenimento no Jornalismo" - eu, a Louise como âncora, o Ângelo, a Anna e o Marco. Mais uma vez, a fluência foi perfeita. Combinamos que usaríamos um tom informal, quase como uma conversa entre nós. E foi o que aconteceu. Apenas sentamos e conversamos e, quando vimos, o sinal dos cinco minutos já havia sido feito. E depois o dos três, dois e um.

O programa de tevê que tanto nos tirou o sono passou incrivelmente rápido e, com seu término, lembro da cena do abraço coletivo entre a parte feminina do grupo. Ao contrário do programa de rádio, que causou alívio ao terminar, o programa de tevê foi tranquilo - quando vi o sinal de um minuto, pensei "mas já??". Eu queria mais. Eu e meus nove colegas, meus parceiros de equipe.

Com certeza, nosso programa de televisão foi um reflexo do aprendizado que tivemos com os erros do programa de rádio. E, também, falar de um assunto sobre o qual estudamos foi bem mais fácil do que reproduzir notícias pegas de algum outro lugar. Nós criamos o programa por inteiro, desta vez. E, além disso, cada um sabia o que o outro iria falar. Desta vez, o coleguismo foi mais facilmente consolidado. E, assim como o programa, foi nosso por inteiro.



Nossos programas, tanto o de rádio como o de tevê, estarão disponíveis no blog em breve. Peço para que ouçam e assistam a eles com atenção - vocês não têm ideia do quanto eles significam para nós.

Questão de minutos

Escrito por Rafaela Johann, Luiza Coelho e Louise Bragado


Quais serão as pautas? E os entrevistados? Acho que devemos ter mais de uma opção. Tá, e quem vamos convidar afinal? Isso vemos depois. Os assuntos, os asssuntos. Ok. Opção a b c d. Então tá, decidido. O tema é entretenimento no Jornalismo, o convidado é o Duda Garbi. Quem? O do Kzuka, que faz o Jeiso do Pretinho. Ahh tá. Tem o número dele? O Fábian tem. Uhum, pega com ele. Vou tentar ligar pro Potter também. Ih, o Potter não pode, fica na rádio toda a manhã. Sim, mas era o Duda. Tá eu sei. Fala com a Bel, amiga da Dani. Ela fala com o Duda. Bom, quem vai fazer o debate? Lou, Anna, Lu, Ângelo e Marco. Âncora? Lou. Ok, fechado. Quem vai entrevistar o Duda? Lella, Ju, Leandro e Dani. Âncora? Ju. Fechou.

Eai Lou, já ligou pro Duda?. Ai guria, não estou conseguindo falar com ele. Ih, o que faremos? Calma, calma, to com esperança de que vai dar tudo certo.

Guria! Ele me atendeu, disse: "Não,não, sem problemas, eu vou certo". Ai, agora estou mais tranquila. Precisamos fazer as plaquinhas com o roteiro, vamos nos encontrar? Sim, todos no msn às 20h. Por favor, TODOS! Combinado, qualquer coisa trocamos e-mails.

Ok, gente, o que precisa ser feito? Vamos começar pelo quê? Vocês pesquisaram algo para o debate? As perguntas para a entrevista estão prontas? Qual será a música e o VT de abertura? Sim, certo, foco, pessoal. Debate para um lado, entrevista para o outro. Peraí, qual vai ser o nome do programa? - discussões, discussões, discussões.

8 da manhã: Bom dia, gente, prontos? Ai, tô nervosa! E o Duda? Vai chegar às 9h15min. Tá. Vamos lá receber ele às 9h10min. Chegou. Oi Duda, tudo certo? "Vamos lá pra dentro, aqui tá muito frio". O programa vai atrasar um pouquinho, vai começar só vinte pras dez. 9h35min. Vamos para o estúdio? Cadê a Ju? Ela que vai apresentar o primeiro bloco. Foi pegar a carteirinha. Tá, tudo bem. Entramos. Espera o outro grupo sair para abrir as portas. Tá, podemos ir. 9h41min. Vai começar.

O dilema da espera

Nas últimas aulas de Laboratório de Jornalismo, fomos apresentados ao módulo televisão, também nosso último do semestre. Na semana seguinte, ficamos incubidos da missão-desafio: criar um programa de televisão, que seria relizado no dia 30 - sim, hoje mesmo.

Com o mesmo grupo de rádio, o programa será dividido em dois blocos. No primeiro, contaremos com a presença de um convidado. No segundo, iremos debater sobre um tema. Para isso, resolvemos que nosso programa terá como tema o "Entretenimento no Jornalismo", e, como convidado, Duda Garbi - o Jeiso da rádio Atlântida. Aliás, ele está para chegar a qualquer minuto.

Mais uma vez, ficamos com o horário das 9:30 da manhã e, enquanto a hora não chega, temos a possibilidade de assistir ao programa dos outros grupos. Mais uma vez, a espera é torturante. Afinal, desta vez, além de nos ouvir, as pessoas poderão nos ver.

O bom é que já tivemos experiência de trabalho com esta mesma equipe e, por isso, a comunicação se torna mais fácil. Se isso diminui o nervosismo? Não muito. As já conhecidas borboletas estão empolvorosas. Mas a ordem para o programa de hoje é "coleguismo" - como a Louise disse. Então, está tudo ok - nada de pânico, por favor. O Duda chegou, está tudo certo. O coração está a mil, mas está tudo certo.