Expresso Pauta é um blog feito na cadeira de Laboratório de Jornalismo da Famecos. Aqui, vamos expor nossos conhecimentos e opiniões sobre fatos da atualidade. E também, relatar nossas aulas e novos aprendizados.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Infelizmente
Programa de TV http://cyberfam.pucrs.br:16080/labjormanha_2011_1/LabJor2011_1/TV_Grupo_3.html
Programa de Rádio - Grupo 3
http://cyberfam.pucrs.br:16080/labjormanha_2011_1/LabJor2011_1/Programas_de_Radio.html
Plenitude
Questão de minutos
O dilema da espera
Nas últimas aulas de Laboratório de Jornalismo, fomos apresentados ao módulo televisão, também nosso último do semestre. Na semana seguinte, ficamos incubidos da missão-desafio: criar um programa de televisão, que seria relizado no dia 30 - sim, hoje mesmo.
Com o mesmo grupo de rádio, o programa será dividido em dois blocos. No primeiro, contaremos com a presença de um convidado. No segundo, iremos debater sobre um tema. Para isso, resolvemos que nosso programa terá como tema o "Entretenimento no Jornalismo", e, como convidado, Duda Garbi - o Jeiso da rádio Atlântida. Aliás, ele está para chegar a qualquer minuto.
Mais uma vez, ficamos com o horário das 9:30 da manhã e, enquanto a hora não chega, temos a possibilidade de assistir ao programa dos outros grupos. Mais uma vez, a espera é torturante. Afinal, desta vez, além de nos ouvir, as pessoas poderão nos ver.
O bom é que já tivemos experiência de trabalho com esta mesma equipe e, por isso, a comunicação se torna mais fácil. Se isso diminui o nervosismo? Não muito. As já conhecidas borboletas estão empolvorosas. Mas a ordem para o programa de hoje é "coleguismo" - como a Louise disse. Então, está tudo ok - nada de pânico, por favor. O Duda chegou, está tudo certo. O coração está a mil, mas está tudo certo.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Submersão - Impressão pessoal por Luiza Coelho
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Analogia - Impressão Pessoal por Louise Bragado
Experiência pessoal - Rádio: desafiador e apaixonante
Passamos por internet, jornal impresso e agora o rádio. Fazer um programa de rádio se diferencia muito das outras experiências. Os ouvintes podem pensar que a voz é o principal instrumento do radiojornalismo, mas acrescento inúmeras outras características: calma, concentração, paciência e o poder de saber improvisar.
20 minutos
“Faltam três minutos”, anunciou o Fábian. Não dava mais tempo de mudar nada. Quem leu o post anterior sabe que o nome do programa, “Em cima da hora”, não foi escolhido por acaso. O Ângelo e o Marco ainda estavam arrumando as últimas informações da editoria de Esporte. A Ju tinha esquecido a carteirinha; tudo bem, pega a identidade. A Anna achou que ainda faltavam quinze minutos. Não, eram só três. Então tá, vamos.
''Em cima da hora'' MESMO
quarta-feira, 11 de maio de 2011
"Sigam o rastro do dinheiro" - Caso Watergate
denunciado, Nixon afirmou que não renunciaria. Mas renunciou, em agosto de 74.Curiosidade: a identidade de Garganta Profunda, até então secreta, foi revelada em 2005 - Mark Felt, vice-diretor do FBI na época, afirmou sê-lo. Dava pistas aos repórteres por estar revoltado com a falta de ética do presidente. A pista mais importante de todas? "Sigam o rastro do dinheiro". Felt sabia que as cédulas de dólar que financiaram o arrombamento do edifício Watergate podiam ser reconhecidas pelo número de série. O dinheiro tinha sido doado à campanha eleitoral de Richard Nixon.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Enquete: você doaria seus orgãos?
Retrocesso desnecessário
quinta-feira, 5 de maio de 2011
"Ossos do ofício"
Nossa vida anda corrida, como a Louise disse no post anterior. A faculdade de Jornalismo não é fácil – mas nunca nos disseram que fosse. Temos vários livros para ler e trabalhos a fazer. A cada novo projeto, a velha pergunta: “será que eu vou conseguir fazer isso?” – ou seja, nossa capacidade é colocada à prova por ninguém mais, nem menos, que nós mesmas.
Para as editorias de Laboratório de Jornalismo, a Rafaela e eu pegamos “geral” – sim, muito amplo. Podíamos falar de praticamente qualquer coisa que nos interessasse. Em nosso plano da editoria, tínhamos os seguintes itens, junto com as outras meninas: transporte público, histórias de vida, moradores de rua e Theatro São Pedro. Para nós, ficaria o transporte público. Acabamos, então, mudando o rumo de nossa matéria para algo mais atraente: a Copa do Mundo de 2014.
Uma vez com o tema escolhido, mãos à obra: conseguimos o telefone da SECOPA – Secretaria Municipal Extraordinária para a Copa – e tentamos uma, duas, três, dez vezes. Quando finalmente nos atenderam, deram o número do Assessor Técnico Aírton Shuch. “Perfeito”, pensamos, “já temos com quem fazer a entrevista”. Após enviar um e-mail ao assessor para solicitar a entrevista, nos encarregamos de formular perguntas e delimitar nossos objetivos. No entanto, nossa resposta demorou a chegar.
Tínhamos que levar a matéria quase pronta na quinta-feira, então desistimos da entrevista. Mas quarta, ao meio dia, recebi uma mensagem da Rafa, dizendo que havia ligado mais uma vez para a SECOPA e que o assessor poderia nos receber. Como ela trabalha e eu moro perto, anotei o endereço, peguei um táxi e fui – nervosa, ansiosa. Aírton Shuch, por sua vez, fez questão de fazer eu me sentir em casa na sala de reunião da secretaria. Simpático, começou a falar antes mesmo de eu fazer a primeira das perguntas formuladas. “Sabe o que falta para a Copa?”, ele me perguntou. Envergonhada, disse que não sabia. “Comunicação. Faltam vocês, comunicadores. O pessoal lá de cima não tem investido nisso”.
Saí de lá com o livro do planejamento da Copa, que Shuch emprestou, e com um sorriso permanente. A tão esperada “primeira entrevista” foi mais do que gratificante e as ideias para o texto fervilhavam em minha cabeça. Só faltava escrever. Abri o material que a Rafa tinha me mandado e foi isso que eu fiz. Digitei até o dedo doer – ops, esqueci que tínhamos um limite de caracteres. Então cortei. Até onde foi possível.
Depois de todo o trabalho, preocupações e sono acumulado, foi muito bom ver nosso nome naquela folha. Inesquecível. Hoje, fizemos os últimos ajustes e até um conteúdo digital: escolhemos, com todas as meninas da editoria, um dos temas para sair pelo campus e fazer uma enquete com as pessoas. Algumas receptivas, outras não. Abordagens, perguntas, vídeo editado – tudo certo. Sensação de dever cumprido. E a conclusão a que chegamos é esta: estamos no caminho certo. Esse preview da vida de um jornalista que temos a cada aula é a prova disso. O jornalismo está, desde o dia primeiro de março, se concretizando em nossas vidas – além de estar tomando conta delas.
Experiência
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Pedido de desculpas esfarrapadas
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Dia do Jornalista: o operário das palavras
Jornalismo: profissão exercida pelo jornalista. Assim é como os dicionários definem a profissão. Porém, a atividade jornalística supera descrições de dicionários. Jornalismo se faz por amor e com responsabilidade. O jornalista é aquele que trabalha para levar informação à sociedade, informação a qual muda a cada minuto, a cada segundo...
Profissional multimídia, produz interpretação da realidade, indução de intenções, vontades, comportamentos e valores. A tarefa do jornalista está cada vez mais inclusa na vida das pessoas. Uma notícia pode mudar a concepção de um fato.
Todo dia é dia do jornalismo, do jornalista. São horas e horas infiltrados em uma redação, escrevendo, editando, atendendo telefone, tirando fotos, reescrevendo... Sempre a procura de inovações pensando nos leitores. Quando entregam a matéria pronta é hora de recomeçar a pensar nas pautas do dia seguinte. A profissão exige tanto responsabilidade quanto paixão pela atividade.
A defesa da regulamentação da profissão é uma luta constante. Futuros e atuais jornalistas não devem desistir da obrigatoriedade do diploma, mesmo que, sabemos que veículos de credibilidade não valorizarão pessoas sem a experiência de um curso graduado.
Sem o jornalismo não há o jornalista, e sem o jornalista não há liberdade de expressão. Como dizia Voltaire, filosofo francês, “Posso não concordar com suas palavras, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-las.”
No dia 7 de abril, devemos comemorar junto aos profissionais, é graças a eles que recebemos a informação correta o tempo todo. Por trás de uma notícia de um jornal existe muito esforço, suor, dedicação, e, acima de tudo, paixão.
Parabéns aos atuais e aos futuros operários das palavras, aos reis da comunicação. Jornalismo é uma tarefa para quem quer e não para quem pode!
terça-feira, 5 de abril de 2011
Estávamos devendo...
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Jornal impresso: eis a questão
quinta-feira, 31 de março de 2011
Interior dominará capital
É comum encontrarmos moradores do interior pelas ruas de Porto Alegre. Mais comum ainda, são os estudantes de fora serem maioria nas universidades e cursos pré – vestibulares.
Em busca de um ensino melhor e um mercado de trabalho maior, muitos adolescentes vêm morar na capital, sem contar os benefícios que a cidade oferece em relação a uma cidade do interior. Festas, parques, restaurantes... A geração moderna busca alternativas para sair da monotonia, coisa que é mais difícil em cidades pequenas.
No tempo de nossos avós, eram raríssimas as pessoas que saiam de sua cidade natal afim de uma vida melhor em capitais do Brasil, até porque, tudo era mais rígido e os pais não aceitavam seus filhos longe de casa. Hoje, muitos até apóiam, querem que seus filhos conquistem um futuro melhor e busquem sua felicidade independentemente do lugar. Claro, ainda existem aqueles que são contra, que querem seu filhote perto do ninho.
Dividir apartamento, comer em RU’s, arrumar a casa... Isso tudo é rotina para os “estrangeiros” em Porto Alegre. Mas, com certeza tem o lado positivo: morar longe dos pais e ser independente. É um aprendizado para eles, uma experiência de vida sem igual.
Louise Carpenedo, estudante de publicidade e propaganda da Famecos, é natural de Santa Rosa. A adolescente já passou por diversos lugares durante seus 19 anos, e diz que Porto Alegre só perde para o exterior: – “Já morei em Santa Catarina, fiz intercambio nos EUA, mas adoro Porto Alegre”. Louise passou um ano no exterior, veio para a capital em 2009 para fazer cursinho pré-vestibular, depois de meio ano se mudou para Florianópolis. A estudante não gostou da capital catarinense e resolveu voltar ao estado gaúcho, - “Aqui tem mais oportunidades, mais opções de lazer e as pessoas são mais receptivas, sem contar que tem o lado bom de morar sozinha”.
Assim como a estudante de publicidade, há muitos por aí, daqui uns anos os novatos vão dominar a grande Porto Alegre.
Quatro experiências: jornalismo de risco
terça-feira, 29 de março de 2011
Internet
Rádio, jornal impresso, televisão. O que vem conquistando espaço entre todos os públicos, de maneira espantosamente rápida, é a internet. Nela, milhões de pessoas no mundo todo são capazes de se encontrar em um só lugar. Então não é de espantar que seja usada a expressão “conectar-se”.
Criada em 1969, aproximadamente, mas com técnicas em constante evolução, a Internet era usada a partir de aparelhos, denominados Mainframes. A famosa marca Apple só surgiu em 1971, seguida dez anos depois pelo IBM PC, e, em 84, pela Mac. Internet – ao contrário do que se pensa –, é diferente de Web. Internet é o todo. A Web, criada em 1993 por Tim Berners Lee, é só parte dos serviços ou, como a tradução literal, é uma rede, ou seja: um sistema de navegações. A partir disso, e somando boas perspectivas quanto às novidades, serviços começaram a surgir. Em 1994, entraram em cena grandes empresas de aplicativos, como Amazon, Yahoo e Netscape.
Agora, entrando em nosso ramo de interesse, os jornais passaram a ser disponíveis na rede a partir de 1995, junto com a estrutura do modem discado. O rádio vem no ano seguinte, 96, mesmo ano em que começaram a criar celulares com aplicativos para conexão em internet. Dois anos depois, surge o cabo de conexão e o Cyberfam, o primeiro estágio de jornalismo online do Brasil – aqui na Famecos. Já dando exemplos de como na Internet tudo acontece muito rápido, em 99 surge o WiFi e a tevê vai parar na rede, gerando, em 2000, o que é chamado de “Convergência”: todos os meios de comunicação estão na Internet. Quanto à estrutura, ainda em 2000, surge a ADSL.
Em 2004, vem a Web 2.0: os sites passam a ser interativos, contando com a colaboração de quem quiser participar. Em 2007, a televisão se habilita a conectar na Internet, seguida, um ano depois, pela tecnologia 3G: conexão portátil, rápida e de alta qualidade em qualquer lugar. Agora, em 2011, a estrutura já tem novidades: surge o 4G e a fibra.
Hoje, com o fenômeno das redes sociais, a Internet se consolida em seu posto de destaque contínuo. Jornalismo, medicina, direito, artes. Tudo é relacionado à internet. As pessoas vêm se tornando dependentes de sua tecnologia, e não é para menos: o ser humano, faminto de informações, agora é capaz de ter acesso a tudo num piscar de olhos. Não há mais distâncias nem barreiras. Pode ser nisso então, que a internet se baseia: liberdade.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Apresentação
Somos alunas do 1º semestre de Jornalismo da Famecos, PUCRS. ''Estrangeiras'' na capital, que, por acaso, formaram o trio autor deste blog.
Rafaela Johann, tem 18 anos, veio de Lajeado. Ariana, amante do jornalismo, escolheu o curso por adorar o meio da comunicação e admirar muito o trabalho dos profissionais da àrea. Mora em Porto Alegre a um ano, longe dos pais, cursou o pré-vestibular Universitário. Em 2011, entrou na faculdade de comunicação da PUCRS, Famecos, e a cada dia que passa está mais certa de que escolheu a profissão e o curso que lhe darão mais satisfação e prazer. Entre seus hobbies, está assistir a um bom filme, ler a um bom livro e escutar a uma boa música, também, está sempre pronta para festas em boas companhias. Acredita que sua extrema curiosidade e a paixão pela escrita lhe farão uma ótima profissional no mercado.
Louise Bragado, 17 anos, é uma libriana de Caxias do Sul que busca seu lugar nesse mundo de tantos. Entre as suas atividades preferidas, está a de conversar em cafés. Capuccinos, expressos e frozens são, frequentemente, espectadores fiéis de seus diálogos com aqueles que também amam as palavras. Tanto a falada quanto a escrita. Por esse mesmo motivo, e por achar que o Jornalismo é a ferramenta com a qual influenciará a sociedade, optou pelo curso. Tem grandes projetos na mente e pretende ter força e tempo de alcançar todos eles.
Luiza Coelho, 17 anos, veio de São Lourenço do Sul. É aquariana, apaixonada por música, futebol, cinema e - desde o início do ensino médio -, por jornalismo. Saiu de casa com 14 anos para morar em Pelotas com as irmãs e cursar o colegial. A vontade de fazer a diferença, percorrer o mundo e conhecer o novo a trouxeram a Porto Alegre. O amor pela companhia do papel, da caneta e das palavras - além da de pessoas - a levaram ao Jornalismo. Até agora, acredita estar no lugar certo.
