Os obstáculos foram muitos, porém o mais difícil é explicar a sensação que senti antes de entrar no estúdio. Nem nervosa e muito menos tranquila, talvez anciosa.
Passamos por internet, jornal impresso e agora o rádio. Fazer um programa de rádio se diferencia muito das outras experiências. Os ouvintes podem pensar que a voz é o principal instrumento do radiojornalismo, mas acrescento inúmeras outras características: calma, concentração, paciência e o poder de saber improvisar.
A minha matéria não era extensa, o assunto era polêmico, a marcha da maconha realizada em Porto Alegre. Li e reli a notícia variadas vezes antes do momento oficial, tentei corrigir meus erros enquanto lia alto e claramente o texto. Na "hora H" só fluiu, não consigo recordar o que eu errei ou até mesmo o que eu acertei.
O rádio me encantou e me surpreendeu, minha expectativa não era grande, normalmente as pessoas não valorizam como deveriam o radiojornalismo, experiência própria. Esta pequena atividade de 20 minutos serviu para eu conhecer os encantos do módulo rádio. Transmitir na voz o que não podemos mostrar com imagens não é fácil.
Posso dizer que o rádio é apaixonante e desafiador e, inclusive, fez surgir novas idéias para continuarmos vivendo essa experiência dia a dia.
Que legal maninha! Tem algum lugar que eu possa escutar esse programa? Beijo!
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