quinta-feira, 26 de maio de 2011

20 minutos

                                                                 escrito por Louise Bragado, Luiza Coelho e Rafaela Johann
“Faltam três minutos”, anunciou o Fábian. Não dava mais tempo de mudar nada. Quem leu o post anterior sabe que o nome do programa, “Em cima da hora”, não foi escolhido por acaso. O Ângelo e o Marco ainda estavam arrumando as últimas informações da editoria de Esporte. A Ju tinha esquecido a carteirinha; tudo bem, pega a identidade. A Anna achou que ainda faltavam quinze minutos. Não, eram só três. Então tá, vamos.
Quando chegamos ao estúdio, o ambiente pareceu modificar-se. Alguns probleminhas iniciais ocorreram. A música que tínhamos escolhido não estava tocando, e não podíamos testar outras, porque ia ser ouvido na rádio. Enfim, eram 9h e 29min e a musica rolou.
09h e 30 min – Pellanda: “Está na hora.”
O Leandro botou a música, a Louise e o Ângelo foram os âncoras. Se apresentaram e deram início aos anúncios das manchetes...
A editoria mundo falou sobre o tornado dos EUA, em Joplin. Sendo as primeiras a se apresentar, a Lu e a Anna estavam nervosas, mas deu tudo certo.
Política foi o segundo assunto a ser abordado. Louise Bragado falou de Antônio Palocci, tema que gera grande polêmica no momento.
A marcha da maconha também foi um dos assuntos debatidos. Rafaela Johann noticiou a caminhada que ocorreu neste domingo, em Porto Alegre, pela legalização da droga. Leandro Duarte complementou com comentários referentes ao protesto em São Paulo.
A cultura deu destaque para um grande evento que ocorrerá em setembro no Brasil: Rock in Rio. A sequência de shows que durará quatro dias é a promessa do ano de 2011.
Por último, mas não menos importante, o esporte foi apresentado por Ângelo Passos e Marco Santana. Os guris falaram do atraso das reformas nos estádios brasileiros para a Copa de 2014.
Pois é... Conforme o nosso roteiro, o programa já tinha acabado, porém tinham passado apenas 5 minutos! O pavor começou a bater, todos apreensivos com a sobra de tempo, 15 minutos é muito diante do nervosismo que o rádio te causa. A improvisação foi a nossa salvação. Instintivamente, Louise abriu o Google, a fim de encontrar notícias que fossem coerentes e que pudessem preencher nosso espaço. Falou da previsão do tempo para o final de semana, da lista dos livros mais vendidos da revista Veja – na qual achou um livro que, graças a Deus, já havia lido.
O tempo parecia não passar, se arrastava lentamente e precisávamos de soluções. Marco e Ângelo, então, começaram uma espécie de bate-papo sobre futebol.
Os assuntos, então, começaram a surgir da espontaneidade de cada um. Comentamos estreias do final de semana, aniversário de diretores, voltamos ao Esporte, retornamos a editoria Mundo e a Lu comentou sobre o vulcão na Islândia. Eram 09h e 48min e todos se olharam, comunicando-se silenciosamente que já podia acabar. Todos se apresentaram e o programa terminou. A adrenalina, no entanto, não passou tão cedo.

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